sábado, 5 de dezembro de 2009
Novos Mundos
domingo, 29 de novembro de 2009
Parabéns, peça nascida, magia criada em palco
Aplaudida de pé?
Sim, foi-o depois de ter vindo ao mundo. E ficou à espera de mais sorrisos nas bocas do público: os que lhe acalentaram o coração depois de todo o trabalho de parto.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
"À Noite num Museu..." - Estreia 19 de Novembro
Ficha Técnica:
Elenco: Ana, Cátia, Carlos, Laura, Íris e Denise
Realização: Cátia e Carlos
Produção: Cátia, José e Françoise
Texto/Argumento: Carlos (sancionado por Mythos)
Banda Sonora: Cátia
Iluminação: Cátia e Denise
Apoios: membros acropolitanos
Apreciação Crítica: José Ramos e Françoise Terseur
Estreia Dia: 19 de Novembro, Hora: 21horas; Local: Nova Acrópole de Coimbra
Para mais informações enviar mail
CarloS.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
sábado, 10 de outubro de 2009
"Deus quer, o homem sonha e a obra nasce."
Será a arte sonho plasmado em formas?
Formas condensadas, constantemente mordidas pelos sentidos.
Formas integradas na sua fragilidade, comovendo a força das imagens.
E afirmamos...
um ideal foi tocado para dar substância à razão...
há sentimentos só traduzidos por criaturas de abraços...
foram as pedras que deram o nome a este espaço...
que bela é a fugacidade desta imagem, só as cores lhe cabem!
A expressão do sonho é uma necessidade: a vida teve de sonhar primeiro para compor a natureza.
.
Será a arte uma transfiguração da realidade comum?
A realidade como obra de arte criativa.
A criatividade para obras de realidade.
Peguei no tecido da tua pele para me tapar.
CarloS.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Revivificando o Blog, e o grupo de Teatro Mythos.
Façamos os milagres virarem sempre milagres
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Eva Yerbabuena - Ballet Flamenco
"Mis orígenes son el amor en la más pura soledad. Quiero decir con esto que no creo en el amor maravilloso, sino en aquel que te hace conocer partes de tu esencia que ni siquiera sabías que existían, partes de tu esencia que conoces a través del dolor que provoca esa forma de pureza que llamamos desamor (melancolia). Esto no es una queja, porque estoy segura de que el sufrimiento es un paso hacia el éxito, aunque el éxito no sea lo que más me importa en este momento, aunque el éxito no sea lo que más me haya importado en ningún otro instante."
sexta-feira, 27 de março de 2009
"O MITO DA CAVERNA" - Estreia 21 de Março

O grupo teatral "Mithos" teve a honra e a alegria de apresentar não só a sua estreia, como também da peça intitulada o "Mito da Caverna" na Festa da Primavera, Associação Cultural NA, Lisboa.
O "Mito da Caverna" do grupo teatral Mithos é uma adaptação do célebre Mito da Caverna de Platão. Neste mito transmite-se, de uma forma alegórica, as possibilidades de libertação última do homem enquanto Ser. A passagem encontra-se deslizando os membros pelos agrilhões que nos retêm a um mundo ilusório de sombras, para enfim alcançar um universo mais amplo e genuíno de luz e de bem-aventurança. Nesta adaptação ao original associou-se ainda a natureza multidimensional do homem, confrontado nas suas multiplas dimensões mental, emocional, vital e fisica.
O "Mito da Caverna" do grupo teatral Mithos é um espectáculo reflexivo, provocante, dinâmico e com um leve toque de humor.
Elenco: Cátia, Carlos, Jorge, Laura e Marta
Realização: Grupo Teatral Mithos
Produção: João, José Ramos e Françoise Terseur
Assistentes de Produção: Manuela e Carla
Texto/Argumento: Carlos (revisto por Mithos)
Iluminação: João
"Special Effects": João
Banda Sonora: César
Apreciação Crítica: José Ramos e Françoise Terseur
Apoios: Raquel Cajão
Inspirado na obra: "A República" de Platão
Carlo S.
quarta-feira, 11 de março de 2009
Evoé Diónisos!
"Quando será que dançarei toda a noitede pés descalços, em êxtase,
lançando para trás o colo,
para o ar orvalhado,
como um gamo que folga
na verde alegria do prado,
quando escapou da caça perigosa,
liberto do aro vigilante,
passadas as bem tecidas redes,
e quando o caçador, com seus gritos
faz estugar o passo dos mastins?
rajadas galopa pela planura
dos lugares desertos de homens e de rebentos
de umbrosas folhas de floresta."
As Bacantes - Eurípides
sexta-feira, 6 de março de 2009
Sugestões de Nomes para o Grupo Teatral
Necessitamos de escolher um nome até dia 13!
Em companhia da Cátia, há uns meses, listámos as seguintes sugestões:
Da Filosofia Grega/Romana: Ataraxia; Catarxis; Icon; Quimera; Pegasus; Viet Lux; Fenix; Cronos; Helios; Oniro; Ícaro; Eos; Mithos; Helicon; Eros; Areté
Da Filosofia Oriental: Dhyana; Dharana; Mnésis; Gyon; Sattva; Akasha
Recentemente, devido ao trabalho desenvolvido pela Ana sobre máscaras surgiram as seguintes sugestões: maschera do italiano ou mákara do sânscrito.
Seleccionem os 5 nomes que mais gostaram ou sugiram outros!
Façam já as vossas votações!
Calendário
Enquanto tivemos na escola chegámos a algumas conclusões para as seguintes marcações:
Domingo
18h00: Ensaio
21h30: Apresentação da peça clássica "As Bacantes" de Eurípedes no Teatro da Cerca. (tou a pensar em ir a este espectáculo e lanço o convite pa todos - digam-me algo para marcações!)
Terça-feira, 10
19h00: pedimos ao José que nao fossem dadas aulas para a malta do teatro e a resposta foi favorável. Será um ensaio de carácter geral, em que teremos já o início da montagem não só do cenário, como também da iluminação a cargo do nosso colega João. Solicito que levemos prontamente as roupas.
Sábado, 14
Tarde: a Laura sugeriu um ensaio para a tarde na NA ou então na casa dos pais da Marta.
hasta la vista, babies!
terça-feira, 3 de março de 2009
Aprendendo

Qual mimos, damos conta de como a cara se comporta na genuinidade e na imitação. (...quando improvisar é imitar-nos a nós mesmos)...
Apercebemo-nos de como é importante dar-se voz a personagens, sem imitar algo que está externo a nós (na nossa imaginação) e a cuja ideia temos de ser fiéis. Mas que está ,sim...bem cá dentro.
.
É saber como os s's, os r's, os x's, as palavras poderão chegar melhor ao ouvido do público.
É dar a conhecer a personagem que passamos a ser, em palco. Apresentar o cenário, o texto, os sentimentos que voam e se criam (de uma forma limpa em cena)...ao público.
É fazer magia.
Para que serve aprender-se a improvisar?
A falar? A colocar a voz?
A dar-se com os parceiros de peça, como se todos nós fossemos instrumentos vitais de uma orquestra? A abraçá-los, a vê-los e a senti-los mais próximos?
Para expressar, para crescer...para criar e enlaçar o grupo com fios invisiveis de união, que levem o conjunto (porque o conjunto assim o quer) aonde o sonho aponta.
Ps: "Tagarelaremos" mais vezes juntos, certamente. E que as Saias Cinzentas da Senhorita Sara se mostrem mais por cá...
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Prana sharira

E a energia vai e volta e pula e cansa-se a si mesma na suas danças e contradanças. Se há música? Apenas aquela que a própria energia traz dentro de si. Junto com a sua cor e com as suas formas, o som genuíno de todos os seus passos é a música que a alma toca.
Vitalidade, cor, energia, feixes de luz.
Luz é motivação, aqui.
Não é sabedoria, senão perpétuo movimento, quase ziguezagueante em tempos mais agitados (alegria? ansiedade?) quase apagado em alturas de tristeza (vazio? saudade?).
Brilha...apaga-se e vira luz de pirilampo, quando se cansa e sente que o mundo não está para dançarias.
Mas continua sempre em nós, para nos lembrar que...não apenas o que se vê impele o movimento à vida.
Sophia (Vital)
Workshop - novidades
Falei com a Marta e ficámos acertados para o dia de Sábado a partir das 15 horas.
Pensámos que uma das opções para o jantar seria cada um de nós levar uma parte do farnel global. Como tal (para evitar uma loucura de bolos e de doces conventuais) será oportuno cada um de nós levar um tipo diferente de iguaria (ou doce ou bebida ou...). Da minha parte tava a pensar levar uma quiche de legumes.
Deixem as vossas sugestões.
Abraços!
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Breve História e Carácter das personagens
Vital: energia é a palavra-chave desta personagem. Dinâmica, irreverente e electrizante a figura do vital detesta pequenos espaços e deseja sempre o movimento. Desde a infância o seu comportamento destaca-se pela hiperactividade. Pueril e irrequieta como uma criança, por vezes é dirigida por outros veiculos. O seu maior sonho é praticar o pentatlo (Gr. péntathlon) moderno. O seu maior pesadelo é ser encarcerada numa prisão do médio-oriente.
Emocional: espontânea e divertida a personagem do emocional exterioriza o que sente com facilidade. Atenta aos sinais sociais gosta não só de mostrar uma imagem positiva de si mesma como também ser com frequência o centro das atenções. Apaixonada pelas pequenas coisas da vida é capaz de se alegrar quando um dente-de-leão entra pela manhã em sua casa. Numa altura da sua vida atravessou um processo de depressão, julgando-se como menos capaz em alcançar determinadas exigências profissionais. Nessa altura foi persistentemente invadida por medos de fracasso.
Mente: estratega, racional e cerebral por natureza, esta mente não quer fazer nada sem pensar duas vezes no que diz ou no que faz. Observando muitas vezes o mundo como mais ameaçador do que é, acredita que tem de saber escavar as melhores trincheiras e descobrir as melhores armas de arremesso. Embora tenha um apurado instinto de auto-preservação, também tens excelentes ferramentas de imaginação e de intelecto. Os seus interesses intelectuais são variadíssimos. Ultimamente tem-se dedicado ao estudo da mitologia grega, sendo os seus deuses favoritos Zeus e Apolo.
Alma: a alma apresenta-se usualmente como circunspecta e tem uma tendência para a introspecção. Há quem julgue que a alma pareça uma entidade pouco acessível, no entanto, em certas ocasiões a vida exterior também lhe desperta interesse, provocando intervir em tudo o que pode. Quando é rejeitada recolhe-se e espera pacientemente por se manifestar. No entanto, mesmo nessas alturas não deixa de ser insinuante. Por ter grandes dificuldades em se definir a si própria, usa normalmente um estilo poético e metafórico quando fala de si.
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Momento III (proposta1)
Emocional: Mas que desagradável esta situação… porque estamos tão divididos? Temos lá culpa disso? Eh? Que o mundo seja cruel e injusto? O que podemos fazer mais? Não tem chegado o que fazemos… e o que temos recebido em troca? Somos tão pouco amados… tão pouco reconhecidos…
Alma: Esperem… Parece que vejo algo por detrás daquela fronteira…
Emocional: Que loucura! Tu sabes lá o que te espera ali? É lugar sombrio e desolado…para onde vais insensato? Não nos deixes sós e desamparados… o que seremos nós sem ti… o que tu serás sem nós?
Alma: Libertem-me…
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Momento II (proposta1 - revista e ampliada)
(Actualizada dia 22 de Fevereiro)
Mente(Kama Manas): Oh estará apaixonado?!
Emocional (Linga Sharira): Apaixonado! Apaixonado!...
Alma: Não, não creio que seja isso… É outra coisa diferente…
Corpo (Stula Sharira): Não olhes para mim! Não tenho disposição para poesias… xiça dormi tão mal hoje, minhas costas precisam de almofadas mais macias…Quando posso comer algo de jeito? Não tarda vem o almoço… Tenho fome!
Vital (Prana Sharira): Energia! Energia! Precisamos procurar melhor dormida! Energia! Energia! Precisamos encontrar melhor comida!
Emocional: Ai o amor é tão bonito! Quando me sinto apaixonada é como estivesse a subir uma escada de nuvens até chegar ao fim do céu! Depois salto sem medo atravesso uma espuma de estrelas e caio numa formação de aves migratórias que me levam a viajar por mundos desconhecidos!
Vital: Paixão é energia boa…
Mente: Pois está claro! Vamos já montar a melhor estratégia! Sabemos bem como elas gostam dos nossos títulos e benefícios, prantos e encantos! Primeiro levamos os sorrisos, a seguir vêm os versos delirantes e por fim as flores vermelhas! Mas…mas quem é a felizarda desta vez?
Alma: Ninguém… sinto apenas comigo próprio uma insatisfação indefinida, uma experiência vaga de sensações…
Mente: Insatisfação! Tédio! Um sentimento humano: estado de falta de ânimo, enfado, aborrecimento, enfim falta de coisas interessantes para se fazerem… Vejamos… que tal escrever um pouco? Somos letrados brilhantes, editámos dez teses, ganhámos o prémio de melhor romance-filosófico!
Corpo/Vital/Emocional: (palminhas)
Emocional: Sabe tão bem sermos reconhecidos!
Alma: Recebi bocas pródigas em elogios e nenhuma palavra guardo agora para me esclarecer… De que servem os diplomas senão para emoldurar o próprio orgulho?
Mente: Meu deus… mas porque sentimos agora estas coisas?? A vida é para se ser vivida mais relaxadamente e com satisfação! Fazer aquilo que nos dá mais gozo, explorar os melhores estímulos, viver o momento… já há tantos problemas no mundo! Se formos a complicar tudo… Meus amigos juntem-se a mim: há quanto tempo não dançamos? (um comboio ou uma roda, um tango entre a mente e o emocional…)
Alma: Bravo! Muito bem! (aplaudindo) Mas por que não usarmos todo esse entusiasmo para ajudar também? Já recebemos tanto nesta vida, não devia ser agora a nossa vez de dar mais? Há tanta miséria, tristeza e ignorância onde vivemos…
Vital: Energia para o mundo!
Mente: Mas o que queres fazer? Ir para a barbárie e deixar tudo para trás? Não seremos mais úteis naquilo que fazemos aqui? Repara, as coisas são como são e seguem a sua ordem natural. Cada um com os seus cadilhos. Além disso, há pessoas e instituições que se ocupam com mais eficácia desses problemas.
Momento I (proposta1)
Momento I
(Passando sombras ao fundo…)
Alma (Self, Ser, …): Viram? Viram ainda agora? Que forma espantosa… dir-se-ia que era alguém como nós… mas tinha um objecto gracioso e ondulado na cabeça, com duas asas tão simétricas e delicadas!... Oh! Já desapareceu… ultimamente duram tão pouco…
Para onde irão aquelas formas? Desde que nasci esta é a única casa que conheci e debaixo dos meus pés… o único espaço que já pisei. De que serão feitas aquelas formas? Quando me contemplo vejo esta matéria densa e firme… como a rocha deste lugar! (são apresentados os 4 veículos sequencialmente…) Dentro de mim há também um formigueiro, uma força irrequieta que se agita…mas também sinto coisas: umas vezes estou apagado, sem chama, e outras vivo e fulgurante como uma fogueira! E por fim, penso, penso nestas e noutras assuntos… equipara-se a uma voz que fala na minha cabeça...
WORKSHOP I
As possibilidades de Horário para o Workshop (nível 0) são as seguintes:
Sábado: 15h-17h/intervalo/17:30-19:30/jantar/21h-23h
Ou
Sábado: 15h-17h/17:30h-19:30h
Domingo: 10h-13h
Programa a trabalhar:
- Concentração
- Respiração
- "Voz"
- Conhecer o corpo
- Eu e o Outro
- Eu e os Outros
- (...)
Este é um programa de trabalho básico de predisposição teatral (e mais do que isso) que visa não só a um maior conhecimento das potencialidades do corpo, como também a ampliação da coesão e dinâmica do grupo. Posteriormente, se assim o desejarmos, poderemos experimentar os próximos níveis de trabalho mais avançados.
Solicito à malta que deixe aqui a preferencia de horário de modo a chegarmos a um consenso global.
hasta!



